quarta-feira, 10 de março de 2010
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Um espaço em construção permanente. Permanece meses ausente, porém sempre com os cuidados zelosos de um ex. aluno e novos alunos reanima-se. Novas possibilidades surgem nos anos em que retomamos. Vivemos comentando a vida, a educação e a saúde. Nossa abordagem é transpessoal. Não há quem tem a última palavra. Mas quem tem o atual sentimento: empatia. O afeto assumido. Bjos Olga
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ResponderExcluirPorque indico este filme?
ResponderExcluir( para as turmas de Educação Inclusiva e de ADE):
Analisem a época,
conflito intra-psíquico,
cultura patriarcal,
conflito de genero - mulher sem escolha ou com escolha influenciada sublinearmente...
TAREFA: Levar para sala de aula suas reflexões sobre os tipos de (pre)conceitos,estigmas, etc. Discutiremos a evolução frente às questões de GENERO e RAÇA.
Outro foco: O filme mostra uma analogia interessante.
A "psicossomática" do amor-paixão - avassalador/a e a sua clínica ( sinais e sintomas) com do CÓLERA: o enjoo, perturbação geral, prostração, descontrole vegetativo.
Quem pode dizer que nunca esteve "doente de amar" ?
Questão INSTIGANTE:
O que a Neurociência pode ajudar a compreender essa referência? aonde se alojou o vibrião(bio)?...e o sentimento(psico-social)?... não esquecer aqui que psi = EMOCIONAL...
RS!! essa é só pra perturbar-nos mesmo!
Bom final de semana.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirUm dos melhores filmes que já assisti. Porém, já faz algum tempo. Assisti-lo novamente, com esse olhar diferenciado, será interessante.
ResponderExcluirBjs, professora Olga